
Em 2014, a coluna de Sustentabilidade completou um ano na Revista Cidade Nova. Tendo circulado em todas as edições em 2013, a seção se firmou na edição impressa e o tema ambiental ganhou ainda mais espaço na publicação.
A primeira coluna do ano abordou o ato inédito de importantes organizações não-governamentais e movimentos sociais, como a WWF, na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Insatisfeitas com a COP 19 por considerarem que o encontro não produziria passos importantes no combate ao aquecimento global, as entidades se retiraram do evento. Confira aqui a coluna O adeus do panda.
Em fevereiro, a seção Sustentabilidade trouxe um tema bastante explorado, mas pouco incorporado ao dia a dia. Com o título Uma nova rainha do lar, foi apresentada a compostagem caseira usando minhocas, os famosos minhocários, que podem ser usados em casas e apartamentos para a reciclagem de alimentos, transformando-os em composto orgânico.
Para comemorar o Dia Mundial da Água, a coluna trouxe, em março, algumas projeções sobre os recursos hídricos. Em meio à falta de chuva e racionamento no Brasil, a seção Águas de março apresentou também algumas soluções possíveis para auxiliar a busca por soluções.
Em meio à inauguração da maior frota elétrica de carros no serviço público do Brasil, a coluna falou sobre carros elétricos em abril. O plug do futuro trouxe ainda outras experiências inovadoras no País e que podem se espalhar, consolidando o uso desses automóveis em terras tupiniquins.
Em 2014, as contas de energia tiveram uma grande alta e começaram a pesar no bolso dos brasileiros. Foi por isso que, em maio, Sustentabilidade falou sobre a criação de Alfredo Moser: a “lâmpada engarrafada”. Intitulada O fim do interruptor, a seção contou como a ideia tem se espalhado e trouxe dicas rápidas de como fazer uma lâmpada utilizando garrafa PET.
Em julho, a coluna embarcou no mundo do cinema para falar de uma experiência divertida e inclusiva. Sol câmera ação conta como o CineSolar utiliza energia limpa e renovável para funcionar e como tem rodado o Brasil levando arte, cinema e sustentabilidade a lugares com escassa acessibilidade aos equipamentos culturais, como museus, teatros e salas de cinema.
De volta à Política Nacional de Resíduos Sólidos, a seção de agosto apresentou Os “fora da lei”, ou seja, aqueles municípios que não se adequaram à legislação e que continuam enviando seus resíduos para lixões ou aterros não controlados. Como alternativa, a coluna falou sobre o aplicativo Lixarada, que permite aos usuários denunciarem a existência de depósitos clandestinos de detritos, ampliando o alcance das vistorias.
A iniciativa Canteiros Coletivos foi o destaque de setembro em Sustentabilidade. Com o título Canteiro, pra que te quero?!, a coluna trouxe uma entrevista exclusiva com a idealizadora do projeto que recupera áreas verdes em Salvador.
Em novembro, Luz que vem do gol falou sobre diversos projetos que surgiram em 2014 para produzir energia a partir do “movimento”, utilizando a chamada energia cinética. O gancho foi o campo de futebol da favela do Morro da Mineira, no Rio de Janeiro, inaugurado recentemente, que conta com essa tecnologia para iluminar o próprio gramado.